QUARTA-FEIRA
03 de Setembro de 2014 | 04:07

Eleições CCPJ: 10 razões para votar B(em)

Publicado a 30/06/2008 Carteira Profissional

Há pelo menos dez boas razões para votar na lista B - “Renovação, Independência, Acção” na eleição dos representantes dos jornalistas na Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ):


1 – Experiência: Os candidatos são profissionais experientes no jornalismo e na defesa dos princípios éticos da profissão.

2 – Conhecimento: Os candidatos trabalham diariamente no terreno e enfrentam os mesmos obstáculos e problemas do exercício da profissão que a generalidade dos jornalistas.

3 – Competência: Os candidatos têm capacidade demonstrada e experiência diversificada na discussão, análise, reflexão e mesmo produção teórica sobre temas e problemas do exercício do jornalismo.

4 - Independência: Apesar de serem propostos pelo Sindicato dos Jornalistas, os candidatos vão exercer o seu mandato de forma independente e autónoma em relação ao SJ, às empresas e grupos económicos e quaisquer outras organizações.

5 – Rigor: Os candidatos são profissionais rigorosos e o exercício rigoroso de outras funções recomenda-os para as tarefas de elevado nível de exigência na CCPJ.

6 – Honestidade: Os candidatos são jornalistas que realizam o seu trabalho com honestidade e seriedade, dando garantias de que pautarão por esses princípios a sua actuação na CCPJ.

7 – Imparcialidade: Os candidatos têm demonstrado ser capazes de pautar a sua apreciação das matérias que lhe forem submetidas por critérios de justiça, equidade e imparcialidade.

8 – Abertura: Os candidatos evidenciam abertura para discutir* os problemas do exercício das suas futuras funções, submetendo-se à crítica pública das suas posições, e assim continuará a ser depois de eleitos.

9 – Empenho: Ao aceitar o convite do SJ para integrarem uma candidatura, os candidatos evidenciaram um empenho generoso e desinteressado numa causa importante.

10 - Disponibilidade: Os candidatos comprometem-se a assumir as responsabilidades inerentes ao exercício das suas funções na CCPJ, que embora não sendo a tempo inteiro implicam um esforço acrescido na compatibilização com as suas tarefas profissionais e vida pessoal.

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